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    Saad Mazloum
     


    O lixo nosso de cada dia

    Mal nos livramos do lixo denominado Exposição Queermuseu, promovido pelo Santander Cultural, eis que nos deparamos com outro monte de lixo, este agora promovido pelo MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo. 

    Não sei o que acontece com o Brasil. Sinceramente não sei. Acho que fomos eleitos a lata de lixo do mundo, e assim recebemos toda espécie de porcaria produzida por aí.

    Sempre gostei de arte, em suas mais diversas formas e manifestações - pintura, escultura, música, dança, teatro, nos seus mais diversos estilos, moderna, clássica, barroca. Pra dizer a verdade, e acho que nem entendo muito bem de arte. Não consigo explicar como e porque gosto, ou não gosto, quando acho bonito ou feio. Apenas gosto. Ou não gosto. Ou acho bonito. Ou feio. 

    Em alguns casos sinto nojo.

    Isso de um cara ficar deitado e totalmente nu em uma sala do MAM... (procurem na Internet, recuso-me a pôr vídeos ou imagens aqui). Não consigo entender onde há arte nisso. Qual o sentido ou a beleza. De que forma isso deveria provocar alguma de reação ou sensibilizar meu cérebro, meu pensamento. Mexer com a sensibilidade, o sentimento.

    Isso é lixo. Só isso: lixo. Um lixo que assume especial gravidade pelo fato de uma criança de possivelmente uns 5 ou 6 anos, durante a tal "performance", estar lá presente. E ter sido a criança (aparentemente) instigada por um adulto a tocar o bobalhão nu.

    Sim, vão dizer que não entendo de arte. Que isso (do cara deitado pelado, mexendo num papel origami, com pessoas mexendo no corpo do "artista", etc.) um dia será reconhecido como a mais pura expressão de arte. Assim como as obras de Van Gogh não eram reconhecidas pela sociedade da época (e hoje tem a beleza compreendida e suas obras amplamente reconhecidas), o mesmo estaria ocorrendo agora (já li esse argumento em algum lugar). Pode ser. 

    De forma semelhante ao Direito e às leis, que buscam refletir e atender aos anseios da sociedade contemporânea, a arte parece refletir as manifestações culturais, e bem assim os sentimentos e emoções do ser humano em determinado tempo. 

    Realmente, talvez eu não esteja ainda preparado para tanta modernidade e irreverência. Sou um homem de minha época. Então, acho - com todo direito de achar - tudo isso que alguns andam chamando de "arte" apenas um monte de lixo. 



    Escrito por SAAD MAZLOUM às 18h55
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